sábado, 16 de novembro de 2013

Somos pesssoas reais ou virtuais?

A tecnologia que proporciona conforto e praticidade, sempre será bem vinda, mas não podemos descuidar ou abrir mão da boa e velha comunicação, pois ela possibilita o estreitamento dos laços de amizade, nela podemos utilizar nossos sentidos, percebendo expressões, captando aromas (que sejam bons) e sentindo os toques de apertos de mão ou abraços afetuosos. Enfim, a boa comunicação produz um ambiente de vida e satisfação ao invés da impessoalidade, frieza e limitação do meio virtual, disponibilizado pela tecnologia.

Pense um pouco sobre isso e adote um estilo mais pessoal e melhor de se relacionar com as pessoas reais.

(Psicólogo Pedro Leite)
https://www.facebook.com/psi.pedroleite

Aproveite para assistir esses vídeos :

- A família e a tecnologia - http://youtu.be/d2Sil23wp9E

- Substitutos - http://youtu.be/6KydrSWDAcQ

- Desconectar para conectar. http://youtu.be/xzpCCVDFJTI

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

A Sina dos desaparecidos. Vergonha nacional

Aos 100 anos, a pernambucana Elzita Santa Cruz (foto) ainda busca notícias do filho desaparecido durante a ditadura. "Um século de vida, metade dedicada à luta pela memória. Elzita Santa Cruz Oliveira ainda espera estar viva para receber notícias, qualquer uma, do filho Fernando Augusto, desaparecido aos 26 anos durante a ditadura. O apartamento à beira-mar de Olinda respira história. Em um dos quartos, medalhas, livros e fotografias antigas tentam manter vivos os fios de lembrança." Confira a história no texto de Marcelo Montanini http://bit.ly/HvVEez

terça-feira, 29 de outubro de 2013

O que a nova geração de manifestantes querem?
"A geração histórica teve influência reduzida nas Jornadas de Junho. PT e PCdoB tornaram-se partidos de atuação principalmente institucional. Os sindicatos tiveram sua força devastada pela reorganização produtiva do capital pós-moderno. PSTU e PSOL, por ora, parecem tão incapazes de dialogar com a nova geração quanto a esquerda radical europeia. Os movimentos sociais clássicos, muito atuantes na primeira década do século (do MST às grandes redes, como a que lutou contra a ALCA), ainda não conseguiram situar-se na segunda.

A nova geração anticapitalista é extremamente ativa. Mas com raras exceções (como o Movimento Passe Livre – MPL) não fazem parte de sua cultura e preocupações conceitos como correlação de forças; estratégias e táticas; momentos de avanços ou recuo. Mais: ela sente o esvaziamento da democracia e a impermeabilidade das instituições. Não viveu o suficiente para enxergar as mudanças tímidas, mas inéditas, vividas pelo país na última década. Para quem tem 25 anos, por exemplo, o Bolsa-Família e a redução da miséria não são uma conquista – mas um dado da paisagem política, que precisa ser transformada. Por isso, a nova geração tende a ver a geração histórica como mais um grupo acomodado e participante do condomínio das elites no poder."

Leia "SP e Rio: quem aposta na violência", artigo de Antonio Martins para o Outras Palavras: http://bit.ly/19QqKrc

domingo, 27 de outubro de 2013


Ainda em pauta o campo de Libra. Mais um texto da CartaCapital
Nos últimos tempos, a Petrobras tem trabalhado contra o Brasil.
Coluna de Ciro Gomes sobre o leilão dos campos de Libra: http://bit.ly/1g4QNzV

sábado, 26 de outubro de 2013


O lixo futuro
"Na casa de cada um de nós existem ao mesmo tempo um problema ecológico e um potencial econômico. Temos em nosso lar muitos bens que não utilizamos: a furadeira que dorme dentro de um armário e só será útil, em média, por 13 minutos em sua vida, os DVDs que foram vistos 1 ou 2 vezes e se acumulam, a máquina fotográfica que capta mais pó do que luz, mas também um carro que só usamos sozinhos, ou o apartamento que fica vazio por todo o verão. A lista é longa. E representa uma quantidade impressionante tanto de dinheiro quanto de lixo futuro.”

Leia na na edição 75/Outubro de 2013, a íntegra o artigo "Possuir ou partilhar" - http://www.diplomatique.org.br/artigo.php?id=1519

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Água com gás lacrimogênio -- Qual é o papel das ciências humanas ao enxergar os fenômenos sociais? Em um texto que fala sobre a origem dos Black blocs, a violência institucionalizada do Estado e as manifestações que tomaram as ruas brasileiras desde junho, nosso coordenador de pesquisa, Rodrigo Elias, tenta sugerir respostas

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/artigos/agua-com-gas-lacrimogenio
Observatório da Imprensa entrevista Fernando Gabeira
Leia a íntegra do artigo de Lilia Diniz no site do Observatório:
http://migre.me/gp4QL

"Na edição do Observatório da Imprensa exibida pela TV Brasil na terça-feira (22/10) Alberto Dines entrevistou o jornalista e ex-deputado federal Fernando Gabeira (vídeo aqui). Depois de um longo período mergulhado na política, Gabeira volta ao jornalismo e agora em uma plataforma inédita em seu currículo: a televisão. Como repórter de rua, ele comanda um programa que leva o seu nome na GloboNews. Da letra impressa para o vídeo, aos 72 anos, Gabeira mostra a empolgação de um jovem iniciante. Ícone da luta contra a ditadura militar no Brasil, Gabeira ingressou na luta armada, foi preso e passou anos no exílio. Publicou 15 livros, entre eles o best seller O que é Isso, companheiro?, que foi para as telas de cinema. Foi deputado federal por quatro mandatos.

Na abertura do programa, Dines perguntou a Fernando Gabeira que motivos o levaram a voltar para o trabalho de rua. “Eu não recomeçaria com outra coisa que não fosse como repórter porque é o tipo de trabalho que sempre me fascinou, sempre esteve à altura da minha curiosidade, da minha vontade de buscar outras coisas. E não há uma atividade no jornalismo que seja tão estimulante quanto a do repórter”, disse Gabeira. Dines comentou que as novas gerações, apesar de serem capacitadas, não têm tanta curiosidade. Para o entrevistado, a sua geração parece mais eclética. Como os jornalistas de hoje são mais especializados, não têm a característica de “navegar” por temas diferentes."