É um espaço para avaliar e debater, sem pré-julgamentos e preconceitos, informações, valores e ideias disseminados pela indústria cultural que tendem e podem formar a opinião pública dentro de um pensamento único e sem compromisso com uma consciência crítica.
sábado, 16 de novembro de 2013
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
Aos
100 anos, a pernambucana Elzita Santa Cruz (foto) ainda busca notícias
do filho desaparecido durante a ditadura. "Um século de vida, metade
dedicada à luta pela memória. Elzita Santa Cruz Oliveira ainda espera
estar viva para receber notícias, qualquer uma, do filho Fernando
Augusto, desaparecido aos 26 anos durante a ditadura. O apartamento à
beira-mar de Olinda respira história. Em um dos quartos, medalhas,
livros e fotografias antigas tentam manter vivos os fios de lembrança."
Confira a história no texto de Marcelo Montanini http://bit.ly/HvVEez
terça-feira, 29 de outubro de 2013
O que a nova geração de manifestantes querem?
"A
geração histórica teve influência reduzida nas Jornadas de Junho. PT e
PCdoB tornaram-se partidos de atuação principalmente institucional. Os
sindicatos tiveram sua força devastada pela reorganização produtiva do
capital pós-moderno. PSTU e PSOL, por ora, parecem tão incapazes de
dialogar com a nova geração quanto a esquerda radical europeia. Os
movimentos sociais clássicos, muito atuantes na primeira década do
século (do MST às grandes redes, como a que lutou contra a ALCA), ainda
não conseguiram situar-se na segunda.
A nova geração
anticapitalista é extremamente ativa. Mas com raras exceções (como o
Movimento Passe Livre – MPL) não fazem parte de sua cultura e
preocupações conceitos como correlação de forças; estratégias e táticas;
momentos de avanços ou recuo. Mais: ela sente o esvaziamento da
democracia e a impermeabilidade das instituições. Não viveu o suficiente
para enxergar as mudanças tímidas, mas inéditas, vividas pelo país na
última década. Para quem tem 25 anos, por exemplo, o Bolsa-Família e a
redução da miséria não são uma conquista – mas um dado da paisagem
política, que precisa ser transformada. Por isso, a nova geração tende a
ver a geração histórica como mais um grupo acomodado e participante do
condomínio das elites no poder."
Leia "SP e Rio: quem aposta na violência", artigo de Antonio Martins para o Outras Palavras: http://bit.ly/19QqKrc
domingo, 27 de outubro de 2013
Ainda em pauta o campo de Libra. Mais um texto da CartaCapital
Nos últimos tempos, a Petrobras tem trabalhado contra o Brasil.
Coluna de Ciro Gomes sobre o leilão dos campos de Libra: http://bit.ly/1g4QNzV
sábado, 26 de outubro de 2013
"Na
casa de cada um de nós existem ao mesmo tempo um problema ecológico e
um potencial econômico. Temos em nosso lar muitos bens que não
utilizamos: a furadeira que dorme dentro de um armário e só será útil,
em média, por 13 minutos em sua vida, os DVDs que foram vistos 1 ou 2
vezes e se acumulam, a máquina fotográfica que capta mais pó do que luz,
mas também um carro que só usamos sozinhos, ou o apartamento que fica
vazio por todo o verão. A lista é longa. E representa uma quantidade
impressionante tanto de dinheiro quanto de lixo futuro.”
Leia na na edição 75/Outubro de 2013, a íntegra o artigo "Possuir ou partilhar" - http:// www.diplomatique.org.br/ artigo.php?id=1519
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Água
com gás lacrimogênio -- Qual é o papel das ciências humanas ao enxergar
os fenômenos sociais? Em um texto que fala sobre a origem dos Black
blocs, a violência institucionalizada do Estado e as manifestações que
tomaram as ruas brasileiras desde junho, nosso coordenador de pesquisa,
Rodrigo Elias, tenta sugerir respostas
http:// www.revistadehistoria.com.br/ secao/artigos/ agua-com-gas-lacrimogenio
Observatório da Imprensa entrevista Fernando Gabeira
Leia a íntegra do artigo de Lilia Diniz no site do Observatório:
http://migre.me/gp4QL
"Na edição do Observatório da Imprensa exibida pela TV Brasil na
terça-feira (22/10) Alberto Dines entrevistou o jornalista e ex-deputado
federal Fernando Gabeira (vídeo aqui). Depois de um longo período
mergulhado na política, Gabeira volta ao jornalismo e agora em uma
plataforma inédita em seu currículo: a televisão. Como repórter de rua,
ele comanda um programa que leva o seu nome na GloboNews. Da letra
impressa para o vídeo, aos 72 anos, Gabeira mostra a empolgação de um
jovem iniciante. Ícone da luta contra a ditadura militar no Brasil,
Gabeira ingressou na luta armada, foi preso e passou anos no exílio.
Publicou 15 livros, entre eles o best seller O que é Isso, companheiro?,
que foi para as telas de cinema. Foi deputado federal por quatro
mandatos.
Na abertura do programa, Dines perguntou a Fernando
Gabeira que motivos o levaram a voltar para o trabalho de rua. “Eu não
recomeçaria com outra coisa que não fosse como repórter porque é o tipo
de trabalho que sempre me fascinou, sempre esteve à altura da minha
curiosidade, da minha vontade de buscar outras coisas. E não há uma
atividade no jornalismo que seja tão estimulante quanto a do repórter”,
disse Gabeira. Dines comentou que as novas gerações, apesar de serem
capacitadas, não têm tanta curiosidade. Para o entrevistado, a sua
geração parece mais eclética. Como os jornalistas de hoje são mais
especializados, não têm a característica de “navegar” por temas
diferentes."
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