segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O Homem, esse animal!

CURIOSIDADE: O orangotango é um dos nossos parentes mais próximos no reino animal, a partilhar 96,4 por cento do nosso DNA.

Infelizmente o orangotango está à um passo da extinção, devido à perda de habitat e caça ilegal.

Quando as florestas são derrubadas, orangotangos adultos são frequentemente baleados e mortos, mas não antes de serem abusados. “Estes seres pacíficos e sensíveis são espancados, queimados, mutilados, torturados e muitas vezes comidos. Bebês são arrancados de suas mães quase mortas para serem vendidos no mercado negro como animais de estimação a famílias abastadas, que os vêem como símbolos de status do seu próprio poder e prestígio. Isso tem sido documentado inúmeras vezes”, lamenta Richard Zimmerman, diretor da ONG Orangutan Outreach....

segunda-feira, 25 de novembro de 2013


Mais narcisos do que nunca


Somos todos animais sociais e precisamos ser “liked” pelos nossos “amigos”. E somos obcecados pela nossa aparência. Para resolver essas questões nada melhor do que um “selfie”, o termo mais popular deste ano de 2013, segundo os Oxford Dictionaries. Cerca de 17 mil pessoas usaram a nova palavra. Todo mundo sabe fazer um autorretrato com um smartphone: basta segurá-lo e afastá-lo com o braço, apontá-lo para si mesmo e clicar. Esse é um dos destaques da Carta Capital que merece ser lido.

Leia a íntegra de “Selfies e a era de Narciso: o homem apaixonado por si postaria uma foto dele mesmo na internet?", análise de Gianni Carta http://bit.ly/1iLr7YY

[Na reprodução do Instagram, um dos vários "selfies" postados pelo cantor Naldo]

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

A desvantagem histórica do negro em relação ao branco, segundo Darcy Ribeiro

"As atuais classes dominantes brasileiras, feitas de filhos e netos de antigos senhores de escravos, guardam, diante do negro, a mesma atitude de desprezo vil. Para seus pais, o negro escravo, o forro, bem como o mulato, eram mera força energética, como um saco de carvão, que desgastado era facilmente substituído por outro que se comprava. Para seus descendentes, o negro livre, o mulato e o branco pobre são também o que há de mais reles, pela preguiça, pela ignorância, pela criminalidade inatas e inelutáveis. Todos eles são tidos consensualmente como culpados de suas próprias desgraças, explicadas como características da raça e não como resultado da escravidão e da opressão. Essa visão deformada é assimilada também pelos mulatos e até pelos negros que conseguem ascender socialmente, os quais se somam ao contingente branco para discriminar o negro-massa.

A nação brasileira, comandada por gente dessa mentalidade, nunca fez nada pela massa negra que a construíra. Negou-lhe a posse de qualquer pedaço de terra para viver e cultivar, de escolas em que pudesse educar seus filhos, de qualquer ordem de assistência. Só lhes deu, sobejamente, discriminação e repressão."

Confira no blog Socialista Morena | http://bit.ly/187B9lb

sábado, 16 de novembro de 2013

Somos pesssoas reais ou virtuais?

A tecnologia que proporciona conforto e praticidade, sempre será bem vinda, mas não podemos descuidar ou abrir mão da boa e velha comunicação, pois ela possibilita o estreitamento dos laços de amizade, nela podemos utilizar nossos sentidos, percebendo expressões, captando aromas (que sejam bons) e sentindo os toques de apertos de mão ou abraços afetuosos. Enfim, a boa comunicação produz um ambiente de vida e satisfação ao invés da impessoalidade, frieza e limitação do meio virtual, disponibilizado pela tecnologia.

Pense um pouco sobre isso e adote um estilo mais pessoal e melhor de se relacionar com as pessoas reais.

(Psicólogo Pedro Leite)
https://www.facebook.com/psi.pedroleite

Aproveite para assistir esses vídeos :

- A família e a tecnologia - http://youtu.be/d2Sil23wp9E

- Substitutos - http://youtu.be/6KydrSWDAcQ

- Desconectar para conectar. http://youtu.be/xzpCCVDFJTI

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

A Sina dos desaparecidos. Vergonha nacional

Aos 100 anos, a pernambucana Elzita Santa Cruz (foto) ainda busca notícias do filho desaparecido durante a ditadura. "Um século de vida, metade dedicada à luta pela memória. Elzita Santa Cruz Oliveira ainda espera estar viva para receber notícias, qualquer uma, do filho Fernando Augusto, desaparecido aos 26 anos durante a ditadura. O apartamento à beira-mar de Olinda respira história. Em um dos quartos, medalhas, livros e fotografias antigas tentam manter vivos os fios de lembrança." Confira a história no texto de Marcelo Montanini http://bit.ly/HvVEez

terça-feira, 29 de outubro de 2013

O que a nova geração de manifestantes querem?
"A geração histórica teve influência reduzida nas Jornadas de Junho. PT e PCdoB tornaram-se partidos de atuação principalmente institucional. Os sindicatos tiveram sua força devastada pela reorganização produtiva do capital pós-moderno. PSTU e PSOL, por ora, parecem tão incapazes de dialogar com a nova geração quanto a esquerda radical europeia. Os movimentos sociais clássicos, muito atuantes na primeira década do século (do MST às grandes redes, como a que lutou contra a ALCA), ainda não conseguiram situar-se na segunda.

A nova geração anticapitalista é extremamente ativa. Mas com raras exceções (como o Movimento Passe Livre – MPL) não fazem parte de sua cultura e preocupações conceitos como correlação de forças; estratégias e táticas; momentos de avanços ou recuo. Mais: ela sente o esvaziamento da democracia e a impermeabilidade das instituições. Não viveu o suficiente para enxergar as mudanças tímidas, mas inéditas, vividas pelo país na última década. Para quem tem 25 anos, por exemplo, o Bolsa-Família e a redução da miséria não são uma conquista – mas um dado da paisagem política, que precisa ser transformada. Por isso, a nova geração tende a ver a geração histórica como mais um grupo acomodado e participante do condomínio das elites no poder."

Leia "SP e Rio: quem aposta na violência", artigo de Antonio Martins para o Outras Palavras: http://bit.ly/19QqKrc

domingo, 27 de outubro de 2013


Ainda em pauta o campo de Libra. Mais um texto da CartaCapital
Nos últimos tempos, a Petrobras tem trabalhado contra o Brasil.
Coluna de Ciro Gomes sobre o leilão dos campos de Libra: http://bit.ly/1g4QNzV