quarta-feira, 12 de março de 2014

Velho dilema:  Papel do Estado versus papel da iniciativa privada

Mais uma vez, diante das críticas diárias ao tamanho do Estado e do aumento dos tributos - além de eventual ineficiência - coloca-se em discussão se não seria melhor o Estado mínimo e, com muito boa vontade, um Estado nos moldes europeus, onde prevalece a social-democracia, paga-se muito imposto, mas tem-se retorno em prestação de serviços oficiais. O texto abaixo, dá um olhar desenvolvimentista ao problema e defende as políticas sociais distributivistas.

O texto da Carta Maior diz que falar mal dos governos "parece ser um consenso planetário, mas precisamos cada vez mais deles, inclusive nos países desenvolvidos que hoje pagam o preço do vale-tudo financeiro desregulamentado e das privatizações irresponsáveis. As políticas sociais estão se tornando um fator de reestruturação social, pelo seu caráter capilar e a sua intensidade em mão de obra, além de aumentarem a produtividade do país."

terça-feira, 11 de março de 2014

Opiniões ou emoções?
Vale a pena dar uma olhada neste debate no Observatório da Imprensa, TV Brasil. Para Sodré, professor da UFRJ, quando a falta a reflexão, entra a violência. 

"Na era da mídia eletrônica e da internet, nós não estamos mais numa democracia de opiniões, talvez seja uma democracia de emoções. Ninguém está interessado na reflexão. E quando as palavras faltam, a violência é uma contralinguagem que aparece. Esta é uma linguagem ambígua e perigosa", avalia o professor Muniz Sodré no debate do Observatório da Imprensa.

Assista ‪#‎aovivo‬ e participe do debate. Envie sua pergunta ou comentário! http://ebcnare.de/web_TV


Lembrar para não repetir


A Carta Capital começa esta semana uma série de artigos para lembrar os 50 anos do golpe militar de 64, que depôs um presidente constitucionalmente eleito, em função de uma articulação entre classe média, empresários, militares e o governo dos Estados Unidos. O perigo apontado na época era a corrupção e os comunistas. Coincidentemente, agora, volta-se a falar insistentemente em corrupção. Comunismo não dá porque depois da queda do muro de Berlim, em 1989, a geopolítica mundial é outra com a aparente vitória do sistema capitalista, que tem um poder de se recuperar enorme, mesmo diante das piores crises, mas que mantém 10% de desempregados regularmente nos Estados Unidos. É importante que conheçamos o passado, a nossa história, para que não aja repetição no futuro. Leiam e reflitam o que foram os anos de chumbo


"Os militares levaram a mim e minha irmã para o quartel. Foram dias de sofrimento. Depois, na clandestinidade, tive meus filhos sem poder usar minha identidade". 
Leia "Uma ferida que sangra sempre", relato da ativista Maria Amélia Teles sobre os primeiros dias após o golpe de 1964 http://bit.ly/1fPJmNw

O texto faz parte de uma série que começa a ser publicada nesta semana por CartaCapital para relembrar os 50 anos do golpe civil-militar. Na série, militantes, políticos, militares e advogados contam como tiveram suas vidas impactadas pelo regime http://bit.ly/1kGYlvx

segunda-feira, 10 de março de 2014

Onde o liberais e o Estado policial se encontram
Para John Locke, pai do liberalismo, Estado não deve promover solidariedade, mas garantir segurança e propriedade. Predomínio desta concepção ameaça, hoje, a própria democracia. Por Rafael Azzi, no blog Outras Palavras http://bit.ly/N1z6ox ( fonte: Carta Capital )

sábado, 8 de março de 2014

Sem desconsiderar o nosso baixo nível de poupança interna e de investimentos, além do aumento do gasto público, vale uma reflexão sobre a matéria abaixo publicada na Carta Capital. E não devemos cair na armadilha das comparações.


Superávit brasileiro é um dos 5 maiores do mundo

O país é o único, além da Arábia Saudita, que mantém, ao longo de toda a série, um primário positivo e superior a 1% do PIB. Leia mais: http://bit.ly/NGhvUc

[Na foto, o ministro Guido Mantega]

terça-feira, 4 de março de 2014

Devastação da Amazônia tem monitoramento mundial
 
O sistema de monitoramento de devastação da Amazônia inspirou um projeto internacional desenvolvido pelo Google, Programa das Nações das Nações Unidas para Meio Ambiente (Pnuma) e Word Resources Institute (WRI).

No ar desde a semana passada, a plataforma Global Forest Watch oferece um mapa interativo, mostra os pontos de ganho e perda de áreas verdes e oferece um quadro geral sobre o desmatamento no mundo | http://bit.ly/1i2XLU4

domingo, 2 de março de 2014

“Os Black Block são tão contraculturais que eles quebram caixas eletrônicos e não tiram dinheiro do banco”. “São um pouco como os guerrilheiros contra a ditadura: os malucos armados”. O problema, para Maciel, são as pessoas que se infiltram no movimento para saquearem. “Eles vão acabar perdendo o significado por causa da máscara. Todos vão se dizer como tal sem poder provar”. A favor ou contra o movimento? “Tenho sentimentos contraditórios, gosto deles, mas não gosto da máscara, ela estimula a irresponsabilidade”; confira o perfil do guru da contracultura dos anos 60, Luiz Carlos Maciel, na nova edição da Caros Amigos: http://bit.ly/1fYUItr